Mês: Maio 2019 (page 1 of 2)

Coisas do Verão Mexicano

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Bacalhau com Pesto de Coentros

Porque todos sabemos o que é, como é, a que cheira e a que sabe o bacalhau, principalmente o seco, achamos pertinente aproveitar esta receita para desmistificar esse bicho papão que é o pesto – que só surge como sinónimo de peste para quem o odeie. Pesto, queridos leitores, é apenas um molho italiano, nascido lá para os lados de Génova, e está muito perto daquele preparado que serve de base à nossa Açorda à Alentejana, apenas com outros … Ler mais

O Príncipe do Mar e Aquele Outro Que Ela Não Viu

Príncipe do Mar. Não precisou de ouvir mais. Estava tudo dito. Tudo esclarecido. Falaram em príncipe. Juntaram-no a mar. Que mais se poderia acrescentar? Nada mais. Não para si, que sempre procurara um príncipe entre os homens. Não para si, Mar-Ia, que já trazia o mar e o verbo nome, e sempre que o mar ia ou vinha, ela ia e vinha com ele. Maré acima, maré abaixo, como o bater do oceano que vivia no seu peito. Ora bravo … Ler mais

Coisas da Categoria

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Creme de Baunilha com Biscoitos Molhados em Humidades

Parece retirada do guião de ‘Nove Semanas e Meia’, mas asseguramos que vem do livro de receitas da tia Hermengarda, o que é bastante mais obsceno, isso vos garanto, e implicaria bastante mais elenco, que ela adorava elencar por aí. Também asseguro que demorou bastante mais tempo a apurar do que as semanas sugeridas no filme, que a tia Hermengarda gostava de testar bastante, e aprimorar outro tanto antes de colocar as receitas em papel. Por isso, também, ela foi … Ler mais

Quando o Telefone Tocou

Não sabia há quanto tempo ali estava. Importaria isso? Já não teria qualquer interesse. Para quem quer que fosse. Nem mesmo para si. Ainda assim, perdeu-se estupidamente em cálculos através dos quais revia todo o trajeto desde que saíra de casa, tentando perceber quanto tempo passara. Quanto tempo passara desde que galgara o insignificante gradeamento, uma barreira praticamente infantil quando avaliada pelo desespero. Quanto caminho teria sido consumido/galgado pelos ponteiros do relógio desde que ali chegara, determinado, e se prostrara … Ler mais

Coisas da Fermentação

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Coroa de Tamboril

Depois da triunfal coroa de louros, eis a tão solicitada coroa de tamboril. Como símbolo de prosperidade e triunfo, a coroa de louros era um must para tudo quanto era indumentária militar na Roma antiga, já que na atual Armani e Gucci não vão muito no mood arborista, o qual muito inspira Dolce & Gabbana, é certo. Diz a mitologia, que é uma espécie de histórias infantis para mancebos mais velhos, que a coitada da Dafne se fartava de fugir … Ler mais

O Rapaz do Cavalinho Branco ou as V(e)ias do Desassossego

Certo dia, quando regressava a casa, inaugurando um novo trajeto, um pouco mais longo, mas bem mais prazenteiro, um rapaz encontrou um soberbo cavalo branco. O animal debruçava-se sobre as águas de um magérrimo curso de água, que separava a meio um pequeno prado de flores silvestres, como um perfeito risco num cabelo com brilhantina. Ainda que aquele percurso rodeasse a cidade, e percorre-se uma zona campestre, salpicada, aqui e ali de hortas semiurbanas, encontrar um quadrúpede por aquelas bandas … Ler mais

Coisas do Sonoro

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