Isto de privilegiar umas profissões ou atividades em detrimento de outras, não é para nós. Segunda consideração: quer mesmo, mesmo cozinhar um animal selvagem retirado da sua fantástica vida na gloriosa Natureza, seguindo nada mais do que os seus instintos primários, para o massacrar numa qualquer não-receita que o satisfará, no máximo durante a meia hora do repasto, senão menos tempo ainda? Se não, passe para outra secção deste site e entretenha-se com outras categorias. Temos Vodka Estás Perdoada, +Contidianos … Ler mais
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Amélia não tinha os olhos doces, como dizia a canção. Antes tivesse. Também não tinha sapatos de tiras. Os seus eram sapatos de vento, de chuva, sol e lama, conforme os caprichos da estação, e as suas botas eram de cascalho, poeira e frio, dependendo do piso. Mas, também, quem precisa de sapatos quando tem pés de chinelo? Amélia tinha outras coisas, mas não tinha os olhos doces. A doçura vem com a liberdade e a despreocupação, coisas que nunca … Ler mais
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A pensar no conforto do estômago e da alma em dias frios de inverno, o Creme de Beterraba e Vinho do Porto de Braga aposta no amplo conforto a todos os níveis. Faça um puré ralo, o chamado creme, de beterraba, uma raiz tuberosa com efeitos detox muito apreciada pelos novos gourmet. Para efeitos estéticos e de engrossamento do caldo, pode adicionar-lhe natas. Junte-lhe ainda vinho do Porto de Braga, para cortar o sabor térreo da beterraba. O vinho … Ler mais
- Recordava-se de, aos 25 anos, ter pensado, com alguma soberba e não menos alívio de que, para chegar aos 50 anos – uma idade ainda com algum proveito –, tinha pela frente outro tanto de vida. Lembra-se de se ter sentido feliz, grata, animada com a longa linha de vida que precedia ainda aquele seu instante. Isto fora os possíveis e previsíveis anos extra além de mais esses 25 anos. Achou precioso esse instante de perceção. Mas foi isso mesmo.
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Ui! Outra receita para básicos. Compre bife do animal que mais lhe aprouver. Cozinhe-o à sua maneira e vá comê-lo para um café. Logo, tem bife e há um café.
Quer algo mais elaborado? Pois, então, aqui vai outra: compre bife do animal que mais lhe aprouver. Cozinhe-o à sua maneira, mas acrescentando-lhe café. Mais uma vez, existe um bife e há café.
Outra ainda: Compre bife do animal que mais lhe aprouver. Cozinhe-o à sua maneira e, a meio … Ler mais
Ainda ninguém sabia. Não saber é bom. Só assim se dá continuidade à normalidade das coisas. Quando se sabe mais do que o suposto, não se age com normalidade. Age-se em função daquilo que se sabe, quase extemporaneamente, ludibriando ignorâncias, saltando etapas, respondendo fora do contexto comum, visando coisas que a mera banalidade do dia a dia não permitiria almejar, e provocando desfechos em função do conhecimento que se tem, ou apenas tendo em conta coisas mais que se julga … Ler mais
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Se não é barra, ou sequer trave, nem mesmo argolas, em línguas estrangeiras – as de vaca não entram nesta receita –, nem ouse aventurar-se nesta intrincada gramática do palato. O menor erro ortográfico ou de concordância ou até um mero deslise de má pronúncia, e a receita gora-se num milésimo de segundo, tal como a atração perante a falta de um dente frontal num qualquer sorriso. C’est la vie mes amis! Feito o reparo e deixado o alerta … Ler mais
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