Num impulso pouco habitual, e sentindo-se um pouco intruso na vida alheia, fez a pesquisa. Ainda se debatia com questões éticas e já tinha carregado na lupa, após ter escrito de um supetão o nome que tanta curiosidade lhe suscitava: José Imperador. Não era alcunha, era mesmo apelido e Ernesto garante, a quem duvidar, que era absolutamente adequado. Com ZéDor por abreviatura, José Imperador era invejado por toda a escola. Eles, porque ambicionavam ser como ele. Elas, porque o desejavam … Ler mais
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